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Levar o filho ao médico ainda é uma “encrenca” trabalhista

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sintracom_legislacao-42_01_650_650 FINALOs pais sabem muito bem como as crianças são mais suscetíveis a pegarem doenças. Apesar de todo o cuidado, a fragilidade delas é maior que a dos adultos, o que gera uma maior preocupação com a alimentação, a higiene e as pessoas com quem elas têm contato.

Para aumentar esse cuidado, desde o ano passado está em vigor uma lei que permite aos pais levarem o filho de até seis anos ao médico, sem prejuízos financeiros. Dessa forma, a empresa fica proibida de descontar do salário do funcionário que apresentar o comprovante de comparecimento em consulta médica da criança. Porém, o direito é concedido apenas uma vez ao ano.

Para o presidente do Sintracom Londrina, Denilson Pestana, apesar da liberação de um dia para acompanhamento do filho ao médico ser mínima, já é um primeiro passo na luta pelos direitos dos trabalhadores.

“As crianças precisam ir médico mais que uma vez por ano. É ilusório achar que um dia será suficiente. Porém, é uma brecha para lutarmos pela ampliação desse direito para garantir que nossos filhos estejam bem cuidados”, afirma o presidente.

Os empregados também têm direito de faltar até dois dias, sem desconto no salário, para acompanhar consultas ou exames médicos durante a gravidez da esposa ou companheira.

Alguns acordos coletivos também preveem o direito de mais dias de faltas para acompanhamento médico de menores ou da esposa grávida.  Para saber se é o caso da sua categoria, confira os acordos na página do Sintracom Londrina.

Fonte: Sintracom Londrina

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